Cigarra
A cigarra canta
o seu canto
no seu canto.
No meu canto
estou em pranto.
Uma torrente de lágrimas
banha meu rosto
da vida sem gosto,
que desgosto
este pranto
no meu canto,
enquanto
a cigarra canta
o seu canto
no seu canto.
Apº. Bonesso.
Andirá, 07-09-1993.
A cigarra canta
o seu canto
no seu canto.
No meu canto
estou em pranto.
Uma torrente de lágrimas
banha meu rosto
da vida sem gosto,
que desgosto
este pranto
no meu canto,
enquanto
a cigarra canta
o seu canto
no seu canto.
Apº. Bonesso.
Andirá, 07-09-1993.
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